como uma lixeira... com pedaços de mim a apodrecer... a decomporem-se... mas mesmo numa lixeira se encontram por vezes algumas coisas boas, que ainda podem servir para alguma coisa...
segunda-feira, 15 de novembro de 2004
Sonhos
Acordei respirando ofegantemente hoje de manhã porque sonhava que estava a ter relações sexuais tresloucadas e selvagens com a vizinha boazona do 6º direito. Eu realmente sonho muito alto! O meu prédio só tem 3 andares!
2 comentários:
Anónimo
disse...
aconselho-te a mudar para um prédio com mais andares e assim terás mais hipóteses! lol
Sentir a tua alma a céu aberto Desnuda, fresca, sem medos Liberdade transcendente Barreira indestrutível que me mantém na escalada Subtilmente...Calada...triste... A entrega impossível desse lado A luta interior... Um toque suave... Uma tecla fria de piano em tom monocórdico que alimenta a barreira de titânio. O toque é suave mas persistente O acesso é negado, mas tão desejado Quero chegar a ti, aceder a esse ficheiro mutante que me enlouquece... Beber cada gota do teu sangue... Interiorizar-te...Absorver-te...Saborear tudo quanto és... Respeitar essa tua fuga de ti mesmo e dos outros Acompanhar-te na jornada evolutiva que ambos perseguimos... Somos nós mesmos em mundos separados.
Bem vindos a este espaço, onde me exponho, me partilho... Os quatro primeiros posts já têm mais de quatro anos, estavam num outro espaço com outro propósito, mas são parte de mim, parte do que quero dar, a quem quiser receber... Espero que dêem uma hipótese a este blog, que o leiam, devagar, que não consumam as suas palavras como muitas vezes são consumidas as palavras, com pressa, como se fosse fast-reading... Este não é um blog presunçoso, é só um vislumbre do que sou e penso, não quero impor os meus pensamentos a ninguém, só quero que me leiam, embora admita que gostava de fazer sorrir, rir, pensar, mas tudo isso depende de vós... Obrigado...
2 comentários:
aconselho-te a mudar para um prédio com mais andares e assim terás mais hipóteses! lol
Sentir a tua alma a céu aberto
Desnuda, fresca, sem medos
Liberdade transcendente
Barreira indestrutível que me mantém na escalada
Subtilmente...Calada...triste...
A entrega impossível desse lado
A luta interior...
Um toque suave...
Uma tecla fria de piano em tom monocórdico que alimenta a barreira de titânio.
O toque é suave mas persistente
O acesso é negado, mas tão desejado
Quero chegar a ti, aceder a esse ficheiro mutante que me enlouquece...
Beber cada gota do teu sangue...
Interiorizar-te...Absorver-te...Saborear tudo quanto és...
Respeitar essa tua fuga de ti mesmo e dos outros
Acompanhar-te na jornada evolutiva que ambos perseguimos...
Somos nós mesmos em mundos separados.
Enviar um comentário